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	<title>Puro Pop &#187; Reviews de Discos</title>
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	<description>Cultura Pop, Nonsense e Batata Frita</description>
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		<title>Puro Pop &#187; Reviews de Discos</title>
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		<title>Review: Red Hot Chili Peppers &#8211; I&#8217;m With You</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 23:02:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vitor Venâncio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Peppers deveria lançar mais álbuns, viu...]]></description>
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<p>O Red Hot Chili Peppers tem três marcas fortes na sua carreira de quase trinta (TRINTA!!) anos. Primeira: uma relação quase que de simbiose do rock com o funk. Segunda: uma irreverência transparente em suas músicas, clipes e shows. Terceira: uma sintonia muito forte entre seus integrantes. </p>
<p>Como, então, que eles se sairiam num álbum em que esses três elementos estão notoriamente enfraquecidos? Muito bem, devo dizer.</p>
<p>Cinco anos depois do álbum duplo Stadium Arcadium, os Peppers voltam a lançar mais um trabalho de estúdio. I’m With You é algo bastante diferente na trajetória da banda. A pegada do disco anterior volta um pouco aqui, mas ainda mais intensa: entenda que a parada aqui é bem mais&#8230; séria.</p>
<p>Partindo de “Monarchy of Roses”, música que parece não ter passado no teste para o álbum de 2006, ainda vemos resquícios de uma animação forte do grupo. Daí pra frente é notável o maior pilar de sustentação da banda: Flea continua sendo o baixista mais ávido que se tem notícia, e destrói com profunda agressividade em seus riffs rápidos e impossíveis de replicar, numa sincronia tênue mas vital com Chad Smith. E não é exagero dizer que esses dois já fariam as vezes de banda completa: a sustentação que eles dão para que os outros membros façam um excelente trabalho é genial.</p>
<p>Anthony Kiedis continua com seu vocal marcante, mas dá pra notar que ele resolveu sacrificar um pouco de sua molecagem para ostentar seu vasto bigode. Aqui ele usa menos gracinhas e mais voz. Muito mais voz, como se pode ver em “Brendan’s Death Song” e “Even You, Brutus?”. Mas pra mim a figura mais incógnita e, ao mesmo tempo, maior surpresa do álbum é a presença de Josh Klinghoffer. Sim, seu antigo parceiro, John Frusciante, era uma genialiadade à parte quando fazia parte do grupo. Mas Klinghoffer consegue pulloffar a façanha de se encaixar perfeitamente. Sua guitarra cai muito bem no álbum inteiro, com destaque infinito para os riffs ágeis de “Did I Let you Know”. E sua atuação nos backing vocals, que também eram de Frusciante e agora ficam por conta dele e de Flea, é impressionante.</p>
<p style="text-align: center"><iframe width="560" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/RtBbinpK5XI" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O fato é que, no entanto, é difícil gostar da obra da primeira vez que você ouve. Isso é típico em qualquer CD que não seja totalmente excelente, mas aqui são necessárias algumas passadas para que a imagem dos Peppers seja refeita em sua cabeça, e que no fim você aceite a verdade: O Red Hot acabou crescendo como banda, e esse trabalho joga isso na sua cara. Vinte e oito anos de carreira transformaram sua música em coisa de gente grande, eventualmente. Não acho que isso é ruim, no entanto: Em momento algum I’m With You tem a pretensão de ser uma obra definitiva dos Peppers. É só uma amostra do potencial, e de que eles conseguem ser muito mais que uma banda de garagem da Califórnia. Num argumento definitivo: Da metade do CD pra frente, somos apresentados à singelas notas de&#8230; piano. É nesse momento que o funk do RHCP resolve murchar um pouco, e virar até um bocado de soul. Ouvir “Even You, Brutus?” com os vocais gritantes de Kiedis e a fúria do mesmo piano citado ali atrás mostra exatamente isso.</p>
<p>No fim? É um álbum muito mais “desanimado” do Red Hot Chili Peppers. Eu recomendo bastante que você ouça-o repetidas vezes pra tentar pegar a essência do que está sendo feito aqui. E, se não por isso, pelo menos pra poder decorar as músicas pro show deles no Rock in Rio. Ainda acho, no entanto, que o lado moleque de Blood Sugar Sex Magik, Californication e Out in L.A. pode acabar prevalecendo na apresentação deles. Mas dê uma chance à essa empreitada dos Peppers. Pode acabar te surpreendendo.</p>
<p>E um conselho: Pule “Dance, Dance, Dance”. Simplesmente não vale à pena.</p>
<p><b>THE RED HOT CHILI PEPPERS &#8211; I&#8217;M WITH YOU<br />
Tracklist:</b></p>
<p>1. “Monarchy Of Roses”<br />
2. “Factory Of Faith”<br />
3. “Brendan’s Death Song”<br />
4. “Ethiopia”<br />
5. “Annie Wants a Baby”<br />
6. “Look Around”<br />
7. “The Adventures of Rain Dance Maggie”<br />
8. “Did I Let You Know”<br />
9. “Goodbye Hooray”<br />
10. “Happiness Loves Company”<br />
11. “Police Station”<br />
12. “Even You Brutus?”<br />
13. “Meet Me At The Corner”<br />
14. “Dance, Dance, Dance”</p>

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		<title>Review: Foo Fighters &#8211; Wasting Light</title>
		<link>http://www.puropop.com.br/destaques/2011/08/30/review-foo-fighters-wasting-light-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Aug 2011 00:55:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel_n00b</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews de Discos]]></category>
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		<category><![CDATA[Wasting Light]]></category>

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		<description><![CDATA["Learning to walk again"]]></description>
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<p>Do caralho. Essa é a primeira coisa que me vem a mente quando me pergunta sobre o novo CD do Foo Fighters. Admito que nunca fui um fã tr00 de Foo Fighters. Já ouvi os outros CD&#8217;s, tenho algumas músicas como preferidas e acho que foi a melhor coisa que o Nirvana já vez.</p>
<p>Mas também devo admitir que eu sequer sabia que a banda estava em estúdio. Mesmo quando eles lançaram o Single, Arlandria, eu não o ouvi. Só soube das coisas quando a banda disponibilizou o CD na íntegra no site oficial. E meu amigo&#8230; No primeiro minuto da primeira música, Bridge Burning, eu só consegui pensar em uma coisa: &#8220;Esse CD vai ser foda PRA CARALHO&#8221;. Até lembro que o Marco Rigobelli comentou no tuíter: &#8220;Sabe como eu sei que esse álbum tá foda? O som tava no máximo antes d&#8217;eu dar play. Quando começou a primeira música, eu senti vontade de AUMENTAR o som.&#8221;</p>
<p>Faço de suas palavras as minhas. E melhor: A vontade de aumentar mais ainda o volume só foi crescendo, de acordo com o avanço do disco. Não há sequer uma música que tu pense &#8220;Poxa, essa é bem fraquinha, né?&#8221;. Mas além de só ter música boa, uma coisa que vale MUITO pra mim: Não tem nenhuma baladinha. Podem me xingar, mas baladinha é música pra dar sono. É bonitinho, tem muitas boas etc, mas se quer fazer uma, coloca num CD só de música lenta, não bota num CD Pé-na-porta-tapa-na-cara como o Wasting Light, que aí tu quebra a seqüência. Tu passa o DISCO INTEIRO empolgadão.</p>
<p>E, apesar de ser todo maneiro assim, ele não deixa de ser bruto. Sim, no sentido de &#8220;Não lapidado&#8221;. Tanto, que ele foi gravado na <a href="http://oifm.com.br/oi-fm/files/2011/01/Garagem-do-Dave-Grohl.jpg" rel="shadowbox[sbpost-12550];player=img;">garagem do Dave</a>. Não contente com isso, ele ainda fez uma mini turnês tocando em GARAGENS de FÃS. O quão fucking awesome isso é, meus amigos?</p>
<p style="text-align: center"><iframe width="560" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/JYArUl0TzhA" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Mas enfim, é um CD completo do Foo Fighters. Tem os gritos do Dave Grohl, a bateria insana do Taylor Hawkins, os riffs fodalhões que ficam na cabeça, os refrões sensacionais e os gritos do Dave Grohl (sim, de novo. Eles são fodas &lt;3). E é (quase tudo) constante em todas as músicas. Wasting Light marca o ápice da banda, o amadurecimento completo dela. Não tem nenhum &#8220;baixo&#8221;, apenas altos. Eu me arrisco a dizer: Esse, meus amigos, é o melhor CD do Foo Fighters. O melhor CD de 2011 (eu realmente duvido que ele vá ser ultrapassado). E por que não o possível melhor disco da década? Nunca se sabe, né.</p>
<p>E ficaí a dica: Se tu gosta de Foo Fighters e ainda não ouviu esse disco, você é uma pessoa errada. Muito errada. Se você não gosta, ouça-o e passe a gostar.</p>
<p>Tó aí, procês ficarem felizes:</p>
<p style="text-align: center"><iframe width="560" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/Xnmzins2Uow" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><b>FOO FIGHTERS &#8211; WASTING LIGHT<br />
Tracklist:</b></p>
<p>1 &#8211; Bridge Burning<br />
2 &#8211; Rope<br />
3 &#8211; Dear Rosemary<br />
4 &#8211; White Limo<br />
5 &#8211; Arlandria<br />
6 &#8211; These Days<br />
7 &#8211; Back &#038; Forth<br />
8 &#8211; A Matter Of Time<br />
9 &#8211; Miss The Misery<br />
10 &#8211; I Should Have Known<br />
11 &#8211; Walk</p>
<p><em>O amigo <a href="http://twitter.com/gabriel_n00b">Gabriel</a> é guitarrista desde os dois anos de idade e é ex-integrante da banda Restart. Tá, mentira, mas ele é um eterno apaixonado por música que cismou de falar por aqui no Puro Pop. Aguarde novas colaborações dele!</em></p>

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		<title>Review: Driving Music</title>
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		<pubDate>Sat, 08 May 2010 21:16:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Froio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cd]]></category>
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		<category><![CDATA[the invisibles]]></category>

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		<description><![CDATA[E posso dizer aliviado que nossos anos de boa música continuarão!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p>Eu me lembro muito bem daquele final de semana, alguns anos atrás.</p>
<p>Eu, meu querido e estimado companheiro da pseudo-banda da época, o grande Tonheta, e uma menina que não conhecíamos, mas que nutria o mesmo amor por <strong>The</strong> <strong>Invisibles</strong>, nos encontramos no terminal Tietê.</p>
<p>Destino: Volta Redonda, Rio de Janeiro.</p>
<p>Dirigíamos-nos a, potencialmente, um dos principais shows de nossas vidas. A última apresentação oficial do “<strong>The</strong> <strong>Invisibles</strong>”.</p>
<p>Uma banda que, por anos, fez parte do meu cartel preferido. Melodias simples e grudentas, letras incrivelmente escritas sob medida para mim e, bom, quiçá a melhor banda nacional de poprock estava por acabar.</p>
<p>Foi um show emocionante. Assistimos o ensaio, almoçamos coxinha com uns policiamos ali perto e vimos uma última impressionante demonstração de afeto.<br />
Naquele momento eu percebi que o brasil tinha acabado de perder sua maior banda desconhecida de pop-rock de verdade. Uma banda que não se importava com muitas coisas, a não ser escrever ótimas músicas e montar ótimos shows!</p>
<p>Tenho sorte, é fato, de poder ter visto o <strong>The</strong> <strong>Invisibles</strong> uma vez no hangar 110 com o lançamento de <strong>FireWorks</strong> e depois pegar o derradeiro show final.<br />
<strong> Fireworks</strong> e <strong>Hollywood</strong> (esse último, autografado pela banda no show de despedida) são 2 cds que até hoje figuram na minha lista TOP todos.</p>
<p>Foram alguns anos procurando por alguma coisa a altura. Algo que, ao mesmo tempo em que fosse fantasticamente simples, conseguisse passar a mensagem diretamente para mim.</p>
<p>Em vão, diríamos os mais apressados.</p>
<p>Ou não. Ouso dizer.</p>
<p style="text-align: center;"><img src="http://3.bp.blogspot.com/_eHlbzjMThJU/S2Op6TrQTEI/AAAAAAAAApE/nd93U9YdnJY/s400/album+cover.jpg" alt="" width="240" height="234" /></p>
<p>Fábio Andrade, vocalista e cérebro do The Invisibles, prometeu no último show não deixar a música de lado. Promessa que, assumo, demorou um pouco a cumprir, mas quem esperou esse tempo todo, tenha a certeza de esboçar um belo sorriso novamente em breve.<br />
<strong><em><a href="http://driving-music.net/blog/" target="_blank"> Driving</a></em></strong><em><a href="http://driving-music.net/blog/" target="_blank"> </a></em><strong><em><a href="http://driving-music.net/blog/" target="_blank">Music</a></em></strong>, projeto que Fábio se dedica desde 2007 finalmente soltou seu primeiro EP (além de diversas demos ao longo dos anos passados). Auto-intitulado, o cd traz 6 belas faixas.</p>
<p><strong>•	The Day<br />
•	Noite Americana<br />
•	Goodbye South Goodbye<br />
•	A Plastic Sea<br />
•	Windowsill<br />
•	Apartment Story</strong></p>
<p>Se você espera aquele mesmo embalo característico de The Invisibles, é melhor se acalmar.<br />
Não é a primeira vez que esse carioca apronta dessas com a gente. Lembra a drástica mudança de 29 Months para Fireworks? Eu custei para aprender o cd novo, me acostumar com as músicas novas e a melodia diferente.</p>
<p>Driving Music apresenta a mesma mudança e agora vem com uma incrível e intimista levada acústica. Isso, é claro, sem deixar de lado o forte de Fábio, letras e melodias fantásticas.</p>
<p>O compacto conta com 5 músicas próprias e uma versão para Apartment Story, da The National. Dessas 5 músicas, 2 são antigas, “Noite Americana” e “Plastic Sea”, ótimas releituras da época dos Invisibles.</p>
<p>Se você tem alguma dúvida quanto à qualidade desse compacto, sinta-se a vontade para questionar. Fábio tem certeza da maestria que compôs e liberou todas as faixas para download <a href="http://driving-music.net/blog/" target="_blank"><strong>no site da banda</strong></a>.</p>
<p>ENJOY e, posso dizer aliviado, nossos anos de boa música continuarão!</p>
<p>site: http://driving-music.net/blog/<br />
twitter: http://twitter.com/drivingmusic </p>

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		<title>Review: Kiss &#8211; Sonic Boom</title>
		<link>http://www.puropop.com.br/destaques/2009/11/17/review-kiss-sonic-boom/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 14:30:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Colaborador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Eric Singer]]></category>
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		<category><![CDATA[Tommy Thayer]]></category>

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		<description><![CDATA[Não espere algo extraordinário e simplesmente aproveite a nostalgia]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Sonic Boom foi lançado dia 6 outubro nos EUA e acabou com a grande ausência que o Kiss fez dos estúdios desde Psycho Circus (1998). Muito foi dito a respeito deste novo álbum e que finalmente o Kiss voltaria a velha fórmula de sucesso dos discos lançados na década de setenta: sem frescuras, baladas e com apenas 4 caras loucos para compor e detonar.</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O álbum obteve grande repercussão, conseguiu disco de ouro logo na primeira semana e chegou a figurar na 2ª posição da Billboard.</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O disco</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Nesse novo álbum, os velhinhos mascarados resgataram uma energia que não se via há muito tempo. É exatamente guitarras, baixo e bateria sem frescuras e, realmente, sem nenhuma balada. Podemos dizer que o Kiss colocou de volta um pé nos anos setenta, mas esqueceu o outro dançando entre os oitenta e noventa. Sonic Boom é uma boa mistura entre Love Gun (1977) e Revenge (1992), com boas pitadas da fase hair metal e de caras limpas que a banda, uma época, chegou a fazer.</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">“Modern Day Delilah” abre o disco e é o carro chefe de Sonic Boom. Foi o single escolhido e tem uma pegada hard e um riff que recorda os tempos de Revenge, com um refrão  marcante e recheado de backing vocals bem trabalhados.</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A segunda faixa é cantada por Gene e se chama “Russian Roulette”. É mais inspirada que a primeira e regride um pouco mais no tempo. As guitarras intercalam muito bem com o baixo vibrante que ronca por entre os acordes.</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Quando chegamos a 3ª faixa finalmente podemos dizer que o espírito dos anos 70 está de volta. “Never Enough” recorda os velhos tempos e Paul Stanley mostra que, apesar da idade, ainda tem talento nos vocais. Poderia se encaixar no lado B de Destroyer (1976).</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">“Yes I Know (Nobody’s Perfect)” tem um riff inicial com a pegada de Nothing to Loose, mas depois leva um tom mais festivo com a cara de algumas canções perdidas entre Rock and Roll Over (1976) e Love Gun (1977). “Stand” tem a cara de gravações que a banda fez no final dos anos noventa com uma leve pitada de sua fase hair metal.</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Eric Singer assume os vocais em “All For The Glory”. Segura muito bem a onda e mostra claras influências do dono das baquetas originais, Peter Criss. O solo de Tommy Thayer é inspirado e deixaria Ace Frehley (guitarrista solo original) orgulhoso.</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Tommy Thayer assume o vocal em “When Lightning Strikes” e manda muito bem. Essa canção tem a cara de Love Gun e certamente Thayer surpreenderá os fans quando tocá-la ao vivo como Ace costumava fazer com “Shock Me”.</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O álbum possui grandes momentos e mostra a boa vontade do grupo em tentar voltar às raízes. É óbvio que não conseguem, mas ainda mostra bastante potencial e energia. Sonic Boom certamente deixará os shows ainda mais interessantes com as pirotecnias que Paul e Gene inventarão para os concertos que se seguirão a partir de agora. Não espere algo extraordinário desse novo disco e simplesmente aproveite a nostalgia.</div>
<p><em>Sonic Boom</em> foi lançado dia 6 outubro nos EUA e acabou com a grande ausência que o Kiss fez dos estúdios desde <em>Psycho Circus</em> (1998). Muito foi dito a respeito deste novo álbum e que finalmente o Kiss voltaria a velha fórmula de sucesso dos discos lançados na década de setenta: sem frescuras, sem baladas e com apenas 4 caras loucos para compor e detonar.</p>
<p>O álbum obteve grande repercussão, conseguiu disco de ouro logo na primeira semana e chegou a figurar na 2ª posição da Billboard.</p>
<p><span id="more-5092"></span></p>
<p><strong>O disco</strong></p>
<p>Nesse novo álbum, os velhinhos mascarados resgataram uma energia que não se via há muito tempo. É exatamente guitarras, baixo e bateria sem frescuras e, realmente, sem nenhuma balada. Podemos dizer que o Kiss colocou de volta um pé nos anos setenta, mas esqueceu o outro dançando entre os oitenta e noventa. <em>Sonic Boom</em> é uma boa mistura entre <em>Love Gun</em> (1977) e <em>Revenge</em> (1992), com boas pitadas da fase hair metal e de caras limpas que a banda, uma época, chegou a fazer.</p>
<p><em>“Modern Day Delilah”</em> abre o disco e é o carro chefe de <em>Sonic Boom</em>. Foi o single escolhido e tem uma pegada hard e um riff que recorda os tempos de Revenge, com um refrão  marcante e recheado de backing vocals bem trabalhados.</p>
<p>A segunda faixa é cantada por Gene e se chama <em>“Russian Roulette”</em>. É mais inspirada que a primeira e regride um pouco mais no tempo. As guitarras intercalam muito bem com o baixo vibrante que ronca por entre os acordes.</p>
<p>Quando chegamos a 3ª faixa finalmente podemos dizer que o espírito dos anos 70 está de volta. “<em>Never Enough</em>” recorda os velhos tempos e Paul Stanley mostra que, apesar da idade, ainda tem talento nos vocais. Poderia se encaixar no lado B ou ser um bônus de <em>Destroyer</em> (1976).</p>
<p><em>“Yes I Know (Nobody’s Perfect)”</em> tem um riff inicial com a pegada de &#8220;<em>Nothing to Loose&#8221; (</em>canção do 1º álbum<em>)</em>, mas depois leva um tom mais festivo com a cara de algumas canções perdidas entre Rock and Roll Over (1976) e Love Gun (1977).<em> “Stand” </em>tem a cara de gravações que a banda fez no final dos anos noventa com uma leve pitada de sua fase hair metal.</p>
<p>Eric Singer assume os vocais em “<em>All For The Glory</em>”. Segura muito bem a onda e mostra claras influências do dono das baquetas originais, Peter Criss. O solo de Tommy Thayer é inspirado e deixaria Ace Frehley (guitarrista solo original) orgulhoso.</p>
<p>Tommy Thayer assume o vocal em “<em>When Lightning Strikes”</em> e manda muito bem. Essa canção tem a cara de Love Gun e certamente Thayer surpreenderá os fans quando tocá-la ao vivo como Ace costumava fazer com <em>“Shock Me”</em>.</p>
<p>O álbum possui grandes momentos e mostra a boa vontade do grupo em tentar voltar às raízes. É óbvio que não conseguem, mas ainda mostra bastante potencial e energia. <em>Sonic Boom</em> certamente deixará os shows ainda mais interessantes com as pirotecnias que Paul e Gene inventarão para os concertos que se seguirão a partir de agora. Não espere algo extraordinário desse novo disco e simplesmente aproveite a nostalgia.</p>
<p><a href="http://www.puropop.com.br/wp-content/uploads/2009/11/kiss-sonic-boom-3.jpg" rel="shadowbox[sbpost-5092];player=img;"><img class="alignnone size-full wp-image-5094" src="http://www.puropop.com.br/wp-content/uploads/2009/11/kiss-sonic-boom-3.jpg" alt="kiss-sonic-boom-3" width="300" height="300" /></a></p>
<ol>
<li>MODERN DAY DELILAH</li>
<li>RUSSIAN ROULETTE</li>
<li>NEVER ENOUGH</li>
<li>YES I KNOW (NOBODY&#8217;S PERFECT)</li>
<li>STAND</li>
<li>HOT AND COLD</li>
<li>ALL FOR THE GLORY</li>
<li>DANGER US</li>
<li>I&#8217;M AN ANIMAL</li>
<li>WHEN LIGHTNING STRIKES</li>
<li>SAY YEAH</li>
</ol>

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		<item>
		<title>Review: The Black Crowes &#8211; Before The Frost&#8230;</title>
		<link>http://www.puropop.com.br/destaques/2009/09/08/review-the-black-crowes-before-the-frost/</link>
		<comments>http://www.puropop.com.br/destaques/2009/09/08/review-the-black-crowes-before-the-frost/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 12:21:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Colaborador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews de Discos]]></category>
		<category><![CDATA[Amorica.]]></category>
		<category><![CDATA[Before The Frost...]]></category>
		<category><![CDATA[Black Crowes]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Robinson]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>
		<category><![CDATA[Rich Robinson]]></category>
		<category><![CDATA[The Black Crowes]]></category>
		<category><![CDATA[Until The Freeze]]></category>

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		<description><![CDATA[Deixando os rótulos de lado e fazendo um bom disco sem pretensões]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 10px; margin-right: 10px; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.puropop.com.br%252Fdestaques%252F2009%252F09%252F08%252Freview-the-black-crowes-before-the-frost%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FbFG54d%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Review%3A%20The%20Black%20Crowes%20-%20Before%20The%20Frost...%22%20%7D);"></div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Dia 1º de setembro aconteceu o lançamento mundial do novo disco do Black Crowes, “Before The Frost&#8230;”. Gravado de um modo totalmente inovador, os irmãos Robinson registraram ao vivo a nova empreitada da banda para 300 fans ardorosos em cinco noites de jams no Levon Helm Studio em Woodstock(NY).</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O novo álbum traz uma sacada genial: Quem comprar via online, em CD ou LP receberá um código para baixar gratuitamente mais um álbum inédito da banda chamado “&#8230; Until The Freeze” (mas esse já é assunto para outra resenha). Um registro cheio de covers e com uma pegada country nunca antes feita pelo grupo.</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Before The Frost foi lançado pela própria gravadora da banda, Silver Arrow Records, foi produzido por Paul Stacey e é o sucessor de Warpaint (2008).</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O disco</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O Black Crowes jamais soou tão sulista e country quanto neste novo álbum. O rock n’ roll e a psicodelia setentista também continuam presentes em peso e podemos dizer que o Lynyrd Skynyrd incorporou o grupo de influências que os Crowes sempre são associados como The Faces e Stones e tornaram o trabalho ainda mais memorável.</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Good Morning Captain abre o disco e é o single absoluto do álbum. Cheia de groove, pianos enlouquecidos e slides incríveis, mostra por que o Black Crowes ainda está na ativa. Um rock de primeira que faz o tempo de espera ter valido a pena.</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Been A Long Time (Waiting on Love) relembra os tempos de Amorica. (3º disco dos corvos negros) e resgata toda a energia dos tempos áureos da banda. Com mais de sete minutos, riffs empolgantes e cheia de solos, fica impossível não se envolver e ovacionar o desfecho triunfal junto com a seleta platéia que teve uma chance única de acompanhar a gravação.</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A quarta faixa chama-se A Train Stills Make A Lonely Sound e poderíamos transportar a canção para um disco do The Faces em 1972 que ninguém notaria a diferença. Um som básico, clássico e suave.</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Experimentando vertentes eletrônicas em I Ain’t Hidind, a banda mostra como seria o rock sulista dentro de uma balada no século 21. Saem-se muito bem em algo que jamais haviam tentado até então.</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Claro, como em todos os outros discos, que as baladas cheias de magia estão presentes. Appaloosa te pega de surpresa e é uma ótima trilha sonora para um feriado ensolarado ao lado de uma companhia ideal. Já Last Place That Love Lives toca a alma e mostra o talento inegável de Chris e Rich Robinson quando desejam fazer melodias simples, suaves e bem feitas.  Não há nada demais e é isso que a torna especial, encerrando o disco de forma perfeita e melancólica.</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Fazia já um bom tempo que a banda não gravava algo tão sincero. Talvez a idade e o tempo de estrada lhes tenham permitido deixar os rótulos de lado e fazer apenas um bom disco sem pretensões. Não é o melhor, e nem chega perto de ser, o trabalho mais valioso dos controversos irmãos Robinson, mas é uma ótima oportunidade para mostrar que ainda existe espaço para se fazer um rock n’ roll verdadeiro nos dias de hoje.</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Before The Frost&#8230; (2009)</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">01. Good Morning Captain</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">02. Been a Long Time (Waiting on Love)</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">03. Appaloosa</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">04. A Train Still Makes a Lonely Sound</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">05. I Ain’t Hiding</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">06. Kept My Soul</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">07. What Is Home</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">08. Houston Don’t Dream About Me</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">09. Make Glad</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">10. And The Band Played On</div>
<div style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">11. Last Place That Love Lives</div>
<p>Dia 1º de setembro aconteceu o lançamento mundial do novo disco do Black Crowes, <em>Before The Frost&#8230;</em>. Gravado de um modo totalmente inovador, os irmãos Robinson registraram ao vivo a nova empreitada da banda para 300 fans ardorosos em cinco noites de jams no Levon Helm Studio em Woodstock(NY).</p>
<p>O novo álbum traz uma sacada genial: Quem comprar via online, em CD ou LP receberá um código para baixar gratuitamente mais um álbum inédito da banda chamado <em>&#8230; Until The Freeze</em> (mas esse já é assunto para outra resenha). Um registro cheio de covers e com uma pegada country nunca antes feita pelo grupo.</p>
<p><em>Before The Frost&#8230;</em> foi lançado pela própria gravadora da banda, Silver Arrow Records, produzido por Paul Stacey e é o sucessor de Warpaint (2008).</p>
<p><span id="more-4782"></span></p>
<p><strong>O disco</strong></p>
<p>O Black Crowes jamais soou tão sulista e country quanto neste novo álbum. O rock n’ roll e a psicodelia setentista também continuam presentes em peso e podemos dizer que o Lynyrd Skynyrd incorporou o grupo de influências que os Crowes sempre são associados como The Faces e Stones e tornaram o trabalho ainda mais memorável.</p>
<p>&#8220;Good Morning Captain&#8221; abre o disco e é o single absoluto do álbum. Cheia de groove, pianos enlouquecidos e slides incríveis, mostra por que o Black Crowes ainda está na ativa. Um rock de primeira que faz o tempo de espera ter valido a pena.</p>
<p>&#8220;Been A Long Time (Waiting on Love)&#8221; relembra os tempos de <em>Amorica.</em> (3º disco dos corvos negros) e resgata toda a energia dos tempos áureos da banda. Com mais de sete minutos, riffs empolgantes e cheia de solos, fica impossível não se envolver e ovacionar o desfecho triunfal junto com a seleta platéia que teve uma chance única de acompanhar a gravação.</p>
<p>A quarta faixa é &#8220;A Train Stills Make A Lonely Sound&#8221; e poderíamos transportar a canção para um disco do The Faces em 1972 que ninguém notaria a diferença. Um som básico, clássico e suave.</p>
<p>Experimentando vertentes eletrônicas em &#8220;I Ain’t Hidind&#8221;, a banda mostra como seria o rock sulista dentro de uma balada no século 21. Saem-se muito bem em algo que jamais haviam tentado até então.</p>
<p>Claro, como em todos os outros discos, que as baladas cheias de magia estão presentes. &#8220;Appaloosa&#8221; te pega de surpresa e é uma ótima trilha sonora para um feriado ensolarado ao lado de uma companhia ideal. Já Last Place That Love Lives toca a alma e mostra o talento inegável de Chris e Rich Robinson quando desejam fazer melodias simples, suaves e bem feitas.  Não há nada demais e é isso que a torna especial, encerrando o disco de forma perfeita e melancólica.</p>
<p>Fazia já um bom tempo que a banda não gravava algo tão sincero. Talvez a idade e o tempo de estrada lhes tenham permitido deixar os rótulos de lado e fazer apenas um bom disco sem pretensões. Não é, e nem chega perto de ser, o trabalho mais valioso dos controversos irmãos Robinson, mas é uma ótima oportunidade para mostrar que ainda existe espaço para fazer um rock n’ roll verdadeiro nos dias de hoje.</p>
<p style="text-align: left; "><strong>Before The Frost&#8230;</strong><strong> </strong>(2009)</p>
<p style="text-align: left; "><a href="http://www.puropop.com.br/wp-content/uploads/2009/09/ldb316.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4782];player=img;"><img class="alignnone size-full wp-image-4785" src="http://www.puropop.com.br/wp-content/uploads/2009/09/ldb316.jpg" alt="ldb316" width="250" height="250" /></a></p>
<ol>
<li>Good Morning Captain</li>
<li>Been a Long Time (Waiting on Love)</li>
<li>Appaloosa</li>
<li>A Train Still Makes a Lonely Sound</li>
<li>I Ain’t Hiding</li>
<li>Kept My Soul</li>
<li>What Is Home</li>
<li>Houston Don’t Dream About Me</li>
<li>Make Glad</li>
<li>And The Band Played On</li>
<li>Last Place That Love Lives</li>
</ol>

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		<item>
		<title>Review: Guns N&#8217; Roses – Chinese Democracy</title>
		<link>http://www.puropop.com.br/destaques/2008/11/20/chinesedemocracy/</link>
		<comments>http://www.puropop.com.br/destaques/2008/11/20/chinesedemocracy/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 19:06:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Colaborador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews de Discos]]></category>
		<category><![CDATA[Axl Rose]]></category>
		<category><![CDATA[Chinese Democracy]]></category>
		<category><![CDATA[Guns 'n Roses]]></category>
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		<description><![CDATA[Um disco altamente pretensioso e nada coeso.]]></description>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 10px; margin-right: 10px; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.puropop.com.br%252Fdestaques%252F2008%252F11%252F20%252Fchinesedemocracy%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2Fc2TyLi%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Review%3A%20Guns%20N%27%20Roses%20%E2%80%93%20Chinese%20Democracy%22%20%7D);"></div>
<p style="text-align: left;">Finalmente, dia 23 de novembro de 2008, vai ser lançada a maior e mais ousada obra que o mundo da música já presenciou. U$ 13 milhões gastos na produção, uma infinidade de músicos diferentes e o trabalho de mais de uma década para o mundo poder escutar, entender e perceber o que se passou durante todo esse tempo na mente atormentada do único membro original do Guns ‘N Roses, Axl Rose.</p>
<p>Os anos de espera, o alto custo e os boatos intermináveis que rodearam esse trabalho já fazem o álbum ter seu crédito e valor, mas toda a expectativa que se gerou ao longo dos anos, o imenso ego de Axl e a publicidade em torno disso tudo fizeram o mundo esperar por um trabalho revolucionário e sem precedentes. O novo Guns n’ Roses tem que provar ao mundo que fez um trabalho coeso e digno do que esperamos ouvir.</p>
<p>Alguns dizem que é uma obra prima e muitos, que não perderiam dez anos para fazer um álbum sem expressão e qualidade, mas a verdade é que Chinese Democracy pode se tornar um dos álbuns mais incríveis de todos os tempos ou o maior fiasco que o universo musical já viu.</p>
<p><strong>O álbum</strong></p>
<p>‘Chinese Democracy’ está longe de ser considerado uma obra prima e de modo algum resgata a maestria de antigos trabalhos como ‘Appetite For Destruction’ e  ‘Use Your Ilusion’.  Axl gerou muita expectativa sobre um disco excepcional que seria incapaz de produzir. Um álbum visceral e que mostra a incapacidade de Axl Rose para seguir um caminho único. Passendo pelo hard rock, baladas comerciais, nu metal e se perdendo numa miscelânea industrial nos moldes de White Zombie e Nine Inch Nails .</p>
<p>A faixa título abre o disco e é a mais simples e principal faixa do álbum. A única que não foi abusada de exageros eletrônicos e instrumentais. Possui riff bacana e uma levada bem rock and roll. Passa a impressão de que boas canções virão na seqüência. Apenas impressão.</p>
<p>‘Shackler’s Revenge’ é a segunda música do álbum e destrói toda a expectativa do ouvinte. Uma mistura desenfreada de Nine Inch nails e White Zombie em um liquidificador atirado de um prédio de sessenta andares sem a mínima proteção. Não faz sentido algum e nos perguntamos se esperamos o desfecho ou passamos logo para a próxima faixa. ‘Scraped’ segue a mesma linha e coloca o disco em uma espécie de onda meio industrial.</p>
<p>‘Better’ é a terceira faixa e segundo single do disco, mas novamente decepciona e toma outro rumo para o álbum. Axl tenta inovar fazendo um nu metal diferente que nunca se acomodaria nos trabalhos de uma certa banda chamada Guns N’ Roses.</p>
<p>‘Street Of Dreams’, ‘Catcher In The Rye’ e ‘Sorry’ são boas baladas e podem ser consideradas belas canções. Com guitarras suaves e bem trabalhadas. Por um momento conseguimos sentir certa nostalgia por Slash e companhia. Vemos que apesar dos anos, Axl ainda possui algum talento.</p>
<p>A voz de Rose, apesar de tudo, continua excelente e talvez até melhor do que na época de ouro do verdadeiro Guns. Gritos incansáveis e timbres que nunca antes Axl havia alcançado estão presentes ao longo das 14 faixas do disco.</p>
<p>Um disco altamente pretensioso e nada coeso. Chegamos a conclusão de que os 11 anos de espera poderiam ter sido 2 e o disco seria o mesmo ou até melhor. Talvez esteja muito a frente de seu tempo. Quem sabe daqui a quarenta anos seja considerado um clássico absoluto. Hoje, apenas uma tentativa fracassada de mostrar ao mundo uma obra prima que nunca existiu.</p>
<p><strong>Chinese Democracy (2008)</strong></p>
<p><img src="http://media.pcadvisor.co.uk/cmsdata/blogentries/107359/Chinese%20Democracy%20cover%20304.jpg" alt="" /></p>
<p>1. Chinese Democracy<br />
2. Shackler’s Revenge<br />
3. Better<br />
4. Street Of Dreams<br />
5. If the World<br />
6. There Was A Time<br />
7. Catcher In The Rye<br />
8. Scraped<br />
9. Sorry<br />
10. Riad N’ The Bedouins<br />
11. IRS<br />
12. Madagascar<br />
13. This I Love<br />
14. Prostitute </p>

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		<item>
		<title>Review: Oasis – Dig Out Your Soul</title>
		<link>http://www.puropop.com.br/destaques/2008/11/03/review-oasis-%e2%80%93-dig-out-your-soul/</link>
		<comments>http://www.puropop.com.br/destaques/2008/11/03/review-oasis-%e2%80%93-dig-out-your-soul/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 12:46:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Colaborador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews de Discos]]></category>
		<category><![CDATA[Dig Out Your Soul]]></category>
		<category><![CDATA[Gallagher]]></category>
		<category><![CDATA[Liam]]></category>
		<category><![CDATA[Noel]]></category>
		<category><![CDATA[Oasis]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>

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		<description><![CDATA[Oasis autêntico, ousado e diferente]]></description>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 10px; margin-right: 10px; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.puropop.com.br%252Fdestaques%252F2008%252F11%252F03%252Freview-oasis-%2525e2%252580%252593-dig-out-your-soul%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FcDy6aD%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Review%3A%20Oasis%20%E2%80%93%20Dig%20Out%20Your%20Soul%22%20%7D);"></div>
<p style="text-align: left;">Os odiosos irmãos Gallagher lançaram em outubro o seu mais novo trabalho, “Dig Out Your Soul”.  É o oitavo disco de estúdio (contando “Aquiesce”) e o sucessor de “Don’t Believe The Truth”.</p>
<p>Os fãs mais fervorosos terão o que falar desse novo projeto. Parece que dessa vez Noel esqueceu as verdadeiras origens e tentou inovar. Não que o disco seja ruim, pelo contrário, possui ótimas canções, sem aquele cunho pop e característico da banda, o que pode arrebatar novos fãs e desagradar aos velhos. Levamos algum tempo para se acostumar.</p>
<p><strong>O álbum</strong></p>
<p>As pérolas do disco ficaram nas mãos do single ‘The Shock Of The Lightning’, e a faixa que abre o disco, ‘Bag It Up’. São as músicas que mais carregam a alma e o som antigo da banda. Belas canções e rock de primeira linha.</p>
<p>Agora vamos virar os ouvidos para outro lado. Esqueça que Oasis existe e apague inconfundível voz nasalada de Liam de sua cabeça. As outras canções te levam em uma viagem diferente e a banda soa mais moderna e atual. Coloque o disco para rodar e se delicie com a trilha sonora. ‘The Turning’, ‘Waiting For The Rapture’, ‘(Get Off Your) High Horse Lady’ e ‘Falling Down’ são ótimos panos de fundo enquanto estamos dirigindo, preparando alguma coisa ou ocupados em alguma tarefa.</p>
<p>Cadê a balada? As garotas não precisam ficar preocupadas, pois como em todo disco dos caras, ela está lá. ‘I am Outta Time’ é a canção mais calma do álbum e belíssima pra se ouvir com uma mulher ao lado e uma taça de vinho nas mãos.</p>
<p>O ponto alto está em ‘The Nature of Reality’. Uma música poderosa, com amplificadores e guitarras no talo, um riff poderoso e uma sonoridade setentista que a banda nunca havia alcançado antes. ‘Soldier On’ fecha o disco e nos trás de volta a realidade.</p>
<p>Oasis autêntico, ousado e diferente. Os irmãos Gallagher ainda estão no páreo.</p>
<p><strong>Dig Out Your Soul (2008)</strong></p>
<p><a href="http://www.puropop.com.br/wp-content/uploads/2008/11/oasis-album.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1817];player=img;"><img class="alignnone size-full wp-image-5490" src="http://www.puropop.com.br/wp-content/uploads/2008/11/oasis-album.jpg" alt="oasis album cover 150708" width="300" height="300" /></a></p>
<p>01. Bag It Up<br />
02. The Turning<br />
03. Waiting For the Rapture<br />
04. The Shock of the Lightning<br />
05. I’m Outta Time<br />
06. (Get Off Your) High Horse Lady<br />
07. Falling Down<br />
08. To Be Where There’s Life<br />
09. Ain’t Got Nothin’<br />
10. The Nature of Reality<br />
11. Soldier On </p>

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		<title>Review: AC/DC &#8211; Black Ice</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 21:15:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Colaborador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews de Discos]]></category>
		<category><![CDATA[AC/DC]]></category>
		<category><![CDATA[Angus]]></category>
		<category><![CDATA[Black Ice]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>
		<category><![CDATA[Young]]></category>

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		<description><![CDATA[Black Ice mostra o quanto o AC/DC é competente na hora de se copiar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 10px; margin-right: 10px; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.puropop.com.br%252Fdestaques%252F2008%252F10%252F27%252Freview-acdc-black-ice%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2F9O7WUA%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Review%3A%20AC%2FDC%20-%20Black%20Ice%22%20%7D);"></div>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Os irmãos Young estão de volta ao topo. O mais novo álbum do grupo, Black Ice, atingiu o 1º lugar das paradas do Reino Unido, posição que a banda não alcançava a mais de 28 anos desde o lançamento de Back in Black.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-size: small;font-family: Calibri">Mas o que há de tão inovador e especial em Black Ice? Absolutamente nada, e é essa a grande façanha do álbum. Ninguém quer ver o AC/DC inovando ou mudando de estilo, mas sim os grandes riffs, energia , letras sexuais , solos e o vocal gritante e inconfundível que preencheram os últimos quinze álbuns do grupo. Black Ice segue a formula com excelência e mostra o quanto o AC/DC é competente na hora de se copiar. O mesmo disco pela décima sexta vez.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-size: small;font-family: Calibri">AC/DC é rock and roll de primeira qualidade pra ninguém botar defeito.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt"><strong><span style="font-size: small;font-family: Calibri">O Álbum</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt"><strong><span style="font-size: small;font-family: Calibri"><span style="font-weight: normal;"><br />
Black Ice traz a trupe de Angus na sua melhor forma. Riffs e solos alucinantes do velhinho uniformizado. Malcon Young, Cliff Willians e Phil Rudd consistentes e poderosos na cozinha. E Brian Jonhson alcançando timbres inigualáveis. Os dinossauros australianos como se ainda tivessem vinte anos de idade.<span> </span>Não é uma obra prima como Back In Black, mas carrega a alma da banda e chegou na hora certa para mostrar a molecada de hoje como é que se faz. </span></span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="font-family: 'Lucida Grande';"><span> </span>‘Rock And Roll Train’ é o primeiro single e abre com excelência o novo disco. Um riff marcante, um refrão pegajoso e a combinação perfeita entre cozinha, vocais e guitarras. Com maestria para ser o clássico do álbum. ‘Skies On Fire possue’ uma pegada um pouco mais leve, já ‘Big Jack’ chega com um riff poderoso e se encaixaria perfeitamente no álbum Ballbreaker.</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri;">‘Anything Goes’ é a mais pop do álbum, possui uma levada bastante agradável e seu ritmo sensual gruda nos ouvidos. ‘Smash N Grab’, ‘Spoinlin For a Fight’ e ‘Wheels’ são músicas com a marca de Angus e companhia e mostram claramente do que é formado o AC/DC: Riffs, solos e rock and roll.</span></p>
<p>&#8216;Decibel’ é a nona faixa do disco.<span> </span>Com uma guitarra devastadora e excelência nos vocais de Brian, deixou o Puropop boquiaberto. ‘Stormy My Day’ tem uma pegada carregada de blues e cheia de groove.</p>
<p>&#8216;She Likes Rock N’ Roll’, ‘Money Made’, ‘Rock N’ Roll Dream’ e ‘Rocking All The Way’ te carregam com prazer para um desfecho alucinante. E a faixa-título e última do álbum, Black Ice, traz uma levada suja e pegajosa, fechando o disco com chave de ouro.<span style="font-family: Calibri;"> </span></p>
<div><span style="font-family: Calibri"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-size: small"><strong>Black Ice</strong> (2008)<br />
<strong> </strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt"><span style="font-size: small"><strong><a href="http://www.puropop.com.br/wp-content/uploads/2008/10/black-ice1.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1505];player=img;"><img class="alignnone size-full wp-image-5494" src="http://www.puropop.com.br/wp-content/uploads/2008/10/black-ice1.jpg" alt="black-ice1" width="300" height="300" /></a></strong></span></p>
<ol>
<li><span style="font-weight: normal;">Rock And Roll Train</span></li>
<li><span style="font-weight: normal;">Skies On Fire</span></li>
<li><span style="font-weight: normal;">Big Jack</span></li>
<li><span style="font-weight: normal;">Anything Goes</span></li>
<li><span style="font-weight: normal;">War Machine</span></li>
<li><span style="font-weight: normal;">Smash N’ Grab</span></li>
<li><span style="font-weight: normal;">Spoinlin’ For a Fight</span></li>
<li><span style="font-weight: normal;">Wheels</span></li>
<li><span style="font-weight: normal;">Decibel</span></li>
<li><span style="font-weight: normal;">Stormy May Day</span></li>
<li><span style="font-weight: normal;">She Likes Rock N’ Roll</span></li>
<li><span style="font-weight: normal;">Money Made</span></li>
<li><span style="font-weight: normal;">Rock N’ Roll Dream</span></li>
<li><span style="font-weight: normal;">Rocking All The Way</span></li>
<li><span style="font-weight: normal;">Black Ice</span></li>
</ol>
<p></span></div>

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		<title>Review Red Album &#8211; Weezer</title>
		<link>http://www.puropop.com.br/musica/2008/06/09/musica-review-red-album-weezer/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 17:39:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Froio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews de Discos]]></category>
		<category><![CDATA[Red Album]]></category>
		<category><![CDATA[Review Música]]></category>
		<category><![CDATA[Weezer]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;8 das 10 faixas do próximo CD do Weezer vazaram na Internet nos últimos dias. Eu queria escrever nesse post minhas primeiras impressões, mas vou deixar para falar sobre isso no dia 3 de junho, quando o &#8220;Red Album&#8221; for devidamente lançado. Basta dizer que&#8230; bem&#8230; é um Weezer BEM diferente do que estamos acostumados [...]]]></description>
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<div id="HOTWordsTxt" style="text-align: center;"><span style="color: #0000ee; text-decoration: underline;"><img class="alignnone size-full wp-image-700" title="Weezer - Red Album" src="http://judao.com.br/blogs/puropop/files/2008/10/weezer-redalbum.jpg" alt="" width="500" height="250" /></span></div>
<p><em>&#8220;8 das 10 faixas do próximo CD do Weezer vazaram na Internet nos últimos dias. Eu queria escrever nesse post minhas primeiras impressões, mas vou deixar para falar sobre isso no dia 3 de junho, quando o &#8220;Red Album&#8221; for devidamente lançado. Basta dizer que&#8230; bem&#8230; é um Weezer BEM diferente do que estamos acostumados a ouvir&#8230; E, na minha opinião, isso é simplesmente ÓTIMO! Estou orgulhoso deles&#8230;&#8221;</em></p>
<p>Eu escrevi esse trecho algumas semanas atrás.<br />
Na época, eu tinha escutado as 8 músicas umas duas ou três vezes.<br />
O disco foi lançado alguns dias atrás&#8230; isso é, além das 8 músicas vazadas, ainda tivemos a chance de escutar duas músicas &#8220;oficiais&#8221; e outras 4 lançadas na versão Delux do CD.<br />
E agora que eu já escutei as músicas alguns milhões de vezes, acho que já estou pronto pra escrever um review honesto e imparcial&#8230;<br />
E é com toda essa honestidade que eu me sinto capaz de dizer:</p>
<p>Esse é o album que eu esperava desde o longínquo Pinkerton!!!!!</p>
<p>É fácil perceber agora que o razoável Green Album, o péssimo Maladroit e até o bom Make Belive eram apenas brincadeiras perto da qualidade desse Red Album. Ainda que cada disco tivesse sua cota de &#8220;clássicos&#8221; (Hash Pipe, Keep Fishing, Perfect Situation&#8230;), o sexto album da banda é um passo adiante de todos esses.</p>
<p>- O album abre com Troublemaker, animada e extremamente bem-humorada , com um vocal perfeito do Rivers Cuomo na pele de um rock-star prepotente e egocentrico! A música tinha sido a escolhida para ser o primeiro single do novo CD, mas a banda preferiu deixa-la como faixa de abertura.<br />
- A &#8220;prepotência&#8221; continua na faixa seguinte, devidamente chamada The Greatest Man That Ever Lived. A música, de quase 6 minutos, só pode ser definida com uma palavra: Épica! Parece que a cada 30 segundos a música ganha um andamento diferente, indo desde um gangsta-rap até um coral a capela no melhor estilo Beach Boys (contei 10 estilos diferentes). É sério, só conseguirá entender este parágrafo quem escutar a música. Algo que eu nunca imaginaria escutar na voz do senhor Cuomo. A letra perde um pouco do sarcasmo da faixa anterior e ganha mais crítica. Um Weezer crítico? Exatamente, como prova a próxima música&#8230;<br />
- Pork and Beans é o primeiro single e também a terceira faixa do CD. Acho que tudo o que eu podia falar já foi falado nesse post aqui &#8211; <a href="http://twocoldfingers.blogspot.com/2008/04/volta-dos-nerds.html">http://twocoldfingers.blogspot.com/2008/04/volta-dos-nerds.html</a> &#8211; mas preciso dizer outra coisa&#8230; meu Deus, essa música é perfeita!!! Rivers Cuomo abandona o personagem convencido das canções anteriores e cria um retrato sincero da industria musical de hoje. O resultado é uma crítica bem divertida aos produtores e às gravadoras que tentam moldar o artista até criar a imagem mais comercial possivel.<br />
- Em seguida vem Heart Songs, onde Rivers canta como se estivesse refletindo sobre tudo o que formou o músico que ele é hoje. Desde suas influências até a gravação do primeiro album&#8230; e passando por uma homenagem ao Nevermind, do Nirvana, provando o quanto a banda grunge foi importante para o surgimento do Weezer. A melodia é bem simples, mas de uma beleza discreta que, quando notada, torna esta uma das melhores baladas já criadas pelo grupo. Vejo essa canção como uma continuação direta da música In The Garage, do primeiro album da banda.<br />
- Muita gente disse que a quinta faixa, Everybody Get Dangerous, é uma tentativa do Weezer de ser um Red Hot Chili Peppers. Eu juro que não entendi essa afirmação. É uma música divertida, engraçada, que não foi feita para ser levada a sério (apesar do final humoristico-filosófico). Foi criada para o filme Quebrando a Banca, mas não foi incluida na trilha sonora. Lembra muito uma fase mais despretensiosa da banda, assim como a próxima música&#8230;<br />
- Dreamin tem uma letra ingênua, como se fosse uma criança refletindo sobre a vida. A melodia já não segue esse caminho, principalmente a partir do momento que a voz do baixista Scott Shriner aparece na música, em sua parte mais calma. Na minha opinião, a melhor do CD!!!<br />
- Though I Know é cantada pelo guitarrista Brian Bell (a música foi escrita por ele para seu projeto paralelo, o The Relationchip). É divertida, mas nada surpreendente&#8230;<br />
- Assim como Cold Dark World, cantada por Scott Shriner. A música não decola em nenhum momento, a letra em certos momentos não encaixa muito bem na música&#8230; não é uma canção ruim, mas quebra demais o ritmo do album.<br />
- A nona faixa é Automatic, simpática mas cansativa, cantada pelo baterista Pat Wilson. Mesmo assim, tem alguns riffs bacanas de guitarra e levantam o astral depois do desanimo causado pela música anterior.<br />
- A última música do CD, como é de costume do Weezer, é uma balada. Mas ainda assim, é uma balada totalmente diferente de qualquer balada já criada pela banda. Ela começa extretamente calma e leve, apoiando-se durante boa parte de sua duração em uma mesma melodia, meio arrastada&#8230; mas acompanhada sempre por um &#8220;crescente&#8221; instrumental, que culmina em uma distorção final e um peso inimaginavel no começo da música.</p>
<p>- E chegamos à primeira faixa-bônus, e&#8230; meu Deus, que música é essa??? Sem nenhum exagero, uma das melhores músicas do Weezer que eu já escutei na vida!!! É sério!!! Uma das letras mais inspiradas, românticas e divertidas já escritas por Rivers Cuomo!!! Uma das melodias mais intensas, ricas e pegajosas já tocadas pela banda!!! Merecia estar num lugar de destaque no CD oficial, e não em um disco que só os mais afortunados financeiramente poderão comprar!!! Uma música que merece todos os pontos de exclamação escritos aqui neste parágrafo!!!!!!!!!<br />
- Agora só me expliquem uma coisa: como alguém consegue criar uma música tocante sobre&#8230; UM PORCO? A segunda faixa-bônus é exatamente sobre isso. A vida de um porco, dos tempos que ele brincava com seus amiguinhos na lama até seu leito de morte. E a música é boa! É muito boa!!<br />
- Quanto à próxima faixa-bônus, The Spider&#8230; eu confesso, achei meio entediante. Mas não escutei muito essa música, então talvez eu apenas precise de mais tempo.<br />
- O bônus da versão Deluxe fecha com a canção King, cantada de novo por Scott Shriner. Ela parece meio chatinha no começo, mas me pegou de jeito a partir da sua metade. E posso dizer que é sim uma ótima música! Fecha com chave de ouro essa versão do Red Album.</p>
<p>Eles amadureceram!<br />
De 1994 pra cá, o Weezer criou uma máxima entre seus fãs:<br />
Até mesmo quando o Weezer é ruim, ele é bom!<br />
Depois de provar o rock de garagem no Blue Album, um album mais pessoal em Pinkerton, o pop simples no Green Album, o heavy metal no Maladroit e uma &#8220;volta às origens&#8221; no Make Belive, o Weezer agora se mostra uma banda mais complexa e completa, unindo tudo aquilo que aprendeu depois de 17 anos desde a sua formação em um único album.</p>
<p>Desde o bom humor mostrado tanto na capa quanto nas letras até devaneios melancolicos sobre a morte&#8230;<br />
Desde uma crítica ao mercado fonográfico até uma revisão de toda sua carreira&#8230;<br />
Desde um amor por uma secretária até o amor por um anjo&#8230;<br />
Desde o mundo sendo visto pelos olhos de um homem maduro até o mundo nos olhos de uma criança&#8230;<br />
E até de um porco!</p>
<p>A banda, antes refletindo sobre como era ser um nerd desajustado, agora mostra como é ser um ídolo musical&#8230; mudança essa que eles conhecem muito bem!<br />
Rivers Cuomo não tem mais todo o controle criativo da banda; todos compuseram e todos cantaram no Red Album, com alguns resultados surpreendentes, outros nem tanto.<br />
E é exatamente isso que queriamos ver no Weezer!<br />
Eles se arriscaram, de um jeito que só haviam feito durante a passagem do primeiro para o segundo CD.<br />
Do mesmo jeito que a crítica destruiu o album Pinkerton, ela não vem sendo muito favorável com esse sexto album da banda&#8230;</p>
<p>Anos depois, Pinkerton foi considerado um dos melhores da década, até mesmo por seus detratores&#8230;</p>
<p>O que vai acontecer com o Red Album?<br />
Isso só o futuro pode dizer&#8230;<a href="http://stereogum.com/img/weezer-red_album-cover.jpg" rel="shadowbox[sbpost-272];player=img;"></a> </p>

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		<title>Review: Warpaint &#8211; O novo álbum do Black Crowes</title>
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		<comments>http://www.puropop.com.br/musica/2008/05/11/musica-warpaint-o-novo-album-do-black-crowes/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 11 May 2008 13:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Colaborador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews de Discos]]></category>
		<category><![CDATA[Black Crowes]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>
		<category><![CDATA[Review Música]]></category>
		<category><![CDATA[Warpaint]]></category>

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		<description><![CDATA[Novo trabalho dos Black Crowes após longos oitos anos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p style="text-align: left;">Finalmente depois de uma espera interminável , os irmãos Robinson lançam o novo trabalho dos Black Crowes após longos oitos anos. O sucessor de Lions, o último disco inédito lançado, me parece melhor que o antecessor e sua turnê está bombando com grande maioria dos shows “sold out” na Europa e States .</p>
<div>
<p>Warpaint vem com uma arte de capa e um encarte extraordinários, com 11 músicas no pacote sem nenhuma restrição, pois o disco foi lançado pelo próprio selo dos caras, o “Silver Arrow” e está do jeito que a banda quer e sem frescura.</p>
<p>A segunda faixa “Walk Believer Walk” possui um riff devastador e uma sonoridade setentista que há muito não se via uma banda fazendo hoje em dia. “Oh Josephine” é uma balada linda que resgata os tempos áureos da banda.</p>
<p>É possível ouvir trechos das músicas no site oficial da banda: <a href="http://www.blackcrowes.com/">http://www.blackcrowes.com/</a></p>
<p>1. Goodbye daughters of the revolution<br />
2. Walk believer walk<br />
3. Oh Josephine<br />
4. Evergreen<br />
5. Wee who see the deep<br />
6. Locust street<br />
7. Movin’ on down the line<br />
8. Wounded bird<br />
9. God’s got it<br />
10. There’s gold in them hills<br />
11. Whoa mule</p></div>

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